Por que desejo ser professora? Como quero ser? O que quero evitar fazer como professora?
No texto de Ivor Goodson “ Curriculum, narrativa e o futuro social”, o autor trata dos processos que estão levando ao fim do currículo prescritivo. Assim surgiria outro modelo de currículo que consideraria bem mais a trajetória pessoal de cada aluno, seria a aprendizagem narrativa e o que seria valorizado/desenvolvido seria o capital narrativo. Aqui, Goodson, faz um contra ponto ao capital cultural descrito por Bordieu. Em sala de aula, como, professora, questionarei meus alunos a respeito de suas origens, como é sua família? Como foi/é sua trajetória na escola? O que esperam para o futuro? Considero essencial conhecer meus alunos e sempre evitar o rótulo que alunos são todos iguais, em um processo de homogeneização de sujeitos. Outro ponto fundamental, e que quero propiciar aos meus alunos, é a articulação entre a vida cotidiana dos alunos e sua vida escolar. Os conteúdos curriculares só farão sentido aos alunos, quando eles perceberem sua relação com o mundo atrás dos murros da escola. Isso seria um “currículo para empoderamento” descrito por Goodson. Desejo ser professora para vivenciar a transição dentre esses dois paradigmas de currículo.
Oi Jéssica,
ResponderExcluirnesta postagem tu estabeleces importantes relações entre os conceitos (de rótulo, currículo prescritivo, aprendizagem narrativa, capitais narrativo e cultural) e assumes uma posição favorável a um currículo "para empoderamento" como proposto por Goodson.
Como esta disciplina prevê a aplicação de uma atividade, vou deixar uma pergunta para que possas ir pensando: já consegues vislumbrar uma atividade que contemple esta perspectiva?
Seguimos...
Um carinhoso abraço e até breve!
Oi querida,
ResponderExcluirsei que tens novos registros a fazer, com base nas discussões oportunizadas pelo trabalho em grupo. Esperava encontrar algo novo por aqui :(
Mas...voltarei em breve, ok?
Um carinhoso abraço,