quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Relação com textos...

Por que desejo ser professora? Como quero ser? O que quero evitar fazer como professora? 
No texto de Ivor Goodson “ Curriculum, narrativa e o futuro social”, o autor trata dos processos que estão levando ao fim do currículo prescritivo. Assim surgiria outro modelo de currículo que consideraria bem mais a trajetória pessoal de cada aluno, seria a aprendizagem narrativa e o que seria valorizado/desenvolvido seria o capital narrativo. Aqui, Goodson, faz um contra ponto ao capital cultural descrito por Bordieu. Em sala de aula, como, professora, questionarei meus alunos a respeito de suas origens, como é sua família? Como foi/é sua trajetória na escola? O que esperam para o futuro? Considero essencial conhecer meus alunos e sempre evitar o rótulo que alunos são todos iguais, em um processo de homogeneização de sujeitos. Outro ponto fundamental, e que quero propiciar aos meus alunos, é a articulação entre a vida cotidiana dos alunos e sua vida escolar. Os conteúdos curriculares só farão sentido aos alunos, quando eles perceberem sua relação com o mundo atrás dos murros da escola. Isso seria um “currículo para empoderamento” descrito por Goodson. Desejo ser professora para vivenciar a transição dentre esses dois paradigmas de currículo. 

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Hoje foi uma aula...

Hoje foi uma aula que me fez pensar, que provocou-me, e eu adoro essas aulas.
A questão inicial, proposta pela professora Marie Jane, era as diferentes estruturas curriculares (mais flexíveis ou menos) e as distintas formas de aprendizado. Outro assunto foi a autonomia dos alunos em sala de aula. Então houve um debate interessante. Não importa quem tinha razão, ou melhor, o que é razão? existe razão? 
O importante é que todos temos espaço para nos expressarmos e para escutar outras idéias.
Mais uma vez lembro-me da professora Virgínia, em uma aula na sétima série, quando falávamos sobre o iluminismo, a frase era
"Eu posso não concordar com o que você diz, mas defenderei até a morte o direito de dizê-las" Volteire
Parabéns para a Professora Marie Jane