segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Fórun de discussão

No texto "Saberes docentes e formação de professores: um breve panorama da pesquisa brasileira”  de Célia Maria Nunes, a autora finaliza suas reflexões com algumas questões que ainda precisam ser exploradas pelos estudiosos brasileiros da área, são elas: " Como são transformados saberes teóricos em saberes práticos?, Existe um 'conhecimento de base' a ser considerado na formação de professores?, Como é constituído o saber da experiência?".
Penso que todas esses questionamentos são importantes e estão diretamente relacionados com a prática docente de sala de aula, que é um construto do professor ao longo de sua trajetória, não só profissional, mas igualmente pessoal. A passagem do saber teórico para o saber prático, deve ser iniciada ainda na graduação, e é essencial que tenhamos disciplinas que nos proporcionem o encontro com os alunos e o ambiente escolar. Tenho tido boas experiências na Faced e diversas cadeiras estão me proporcionando esses encontros. Obviamente creio que o saber prático aprofunda-se no exercício da profissão e a transformação desses saberes nunca cessa, pois um educador tem que estar em contínua formação.       
O 'conhecimento de base' que a autora cita na pergunta acima, em termos concretos, penso ser as disciplinas comuns a todas as licenciaturas, que independente da área de atuação, seja ela sociologia ou matemática, o aluno deve cursar. 
O saber da experiência também nunca cessa e é adquirido ao longo do tempo. Entretanto esse saber somente é bem utilizado se unido ao saber teórico. O professor não pode acomodar-se, não tendo uma prática reflexiva, deve aliar o saber teórico e o da experiência.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Primeiras idéias...

Na  aula do dia 27/09 a turma reuniu-se em grupos para uma discussão de suas propostas de atividades que serão realizadas nas escolas. O meu grupo era grande, umas oito pessoas, acho que eu e a Magda, eramos as mais falantes. Além disso, tínhamos um grupo de alunos de diferentes licenciaturas, o que proporcionou um diálogo interdisciplinar.
Confesso que a princípio estava pensado em realizar a atividade na escola sozinha, mas ainda bem que conversamos e percebi que seria muito mais proveitoso, principalmente para os alunos, que essa proposta pudesse ser contemplada por olhares diversos. Eu, a Magda e o Charles tivemos uma certa afinidade e faremos a atividade juntos. Ainda não acertamos todos os detalhes, mas faremos o trabalho em uma escola que a Magda leciona, em um turma de EJA.